
Não me toques...
Não é nada disso...
Adoro as tuas mãos
Não me compreendas mal:
É que eu sou um edifício
De mágoas da vida e penas de amor
Que empilhei desajeitadamente
Uns sobre os outros
Olha como me inclino
Neste desequilíbrio absoluto
Se me tocas...
Desmorono-me!!
(Carmen Cupido in "Corpo do Poema")
Sem comentários:
Enviar um comentário