
Ninho de infinitos
Onde a vida gira em torno ao sol
Que amou a lua que pariu claridades misturadas
Germina o fruto no seu primeiro regaço
Bebendo o mistério directamente da fonte
Dorme o futuro num sono imperturbável
Nos braços interiores do corpo
Não há horas certas no tempo
Quando o primeiro sopro do Ser
Exige emergir do útero; em busca do ar do mundo...
"A Andreia e Gabriel, o ninho e seu infinito"
(Carmen Cupido in "Corpo do Poema")
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