
Colhe ó Musa
Palavras de algodão
Nos campos da poesia
Desfia bem a matéria prima
No peito da inspiração
E para ter a certeza da sua imaculabilidade
Passa-a pelo banho da sensibilidade
Para extrair todo o supérfluo, o impuro
Segura firmemente o fio da fantasia
Nos dedos da imaginação
Porque a roca da escrita está pronta
Para fiar o poema;
E o Poeta, ansioso para o tricotar...
Tricota Poeta, tricota
Os fios de palavras
Que a Musa te deu
Que se cruzam e descruzam
Na ponta das agulhas da magia da poesia
Que rimam, que cantam melodias
Nos dias em que ouves guitarras
A tocar dentro de ti
Veste o poema de suavidade
Com um manto de calor doce
Como se eternamente fosse
Domingo à tardinha num fim de Verão
Nos olhos de quem lê...
(Carmen Cupido in "Corpo do Poema")
Vim, desde lá de cima, até aqui, no ritmo da sua poesia.
ResponderEliminarQue bênção te ler!
Vou segui-la para acompanhar suas publicações.
Bjs. E inté!
Ola poetisa, estou encantado com o seu blog! Gosto das suas metaforas, do jeito como esculpe a sua poesia. Muitas e muitas inspiracoes para si! Beijos!
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