
Arrancar-se
Ao corpo Casulo
Cativeiro do Eu
Atiçando o Ser
Que, à força de não ser
Rasteja como uma lagarta
Pela linha dos tempos mortos
Pendurando-se nas virgulas
Que travam o impulso da vontade
Há que despertar
A coragem da evasão
Que dorme raquítica
No colo nebuloso dos medos
Retorcer os fios de quem se é no fundo
E saltar para o mundo...
Do alto do parapeito da ravina da vida!
(Carmen Cupido in "Corpo do Poema")
Poema simplesmente maravilhoso, carregado de metáforas.
ResponderEliminarParabéns, amiga Carmen!
Beijos
Isa
Deixe a meta do poeta, não discuta
ResponderEliminarDeixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora (Gilberto Gil)
encontrei aquela coragem rogada por Borges;Dá-me, Senhor, Coragem e alegria para escalar o cume deste dia.
Pretendo me lançar em breve!
Até mais!